Macacos me mordam!

Dia 14

Nossas últimas horas em Ubud foram pra conhecer a Monkey Forest!

Uma floresta urbana cheia de macacos onde se pode chegar bem perto dos animais e comprar bananas pra eles.
Custou 30 mil idr (ou 40 mil, já não lembro) para cada um.

O parque é bem bonito e se você gosta de animais, dá pra gastar uma hora fácil lá.
Saindo fomos fazer massagem por 170 mil idr a hora, para cada um. Na própria subida da Monkey Forest tem um monte de spas e lugares de massagem. Então é só escolher a que mais te chama a atenção e cair dentro!
Fomos almoçar no restante japonês que foi beeeem fraquinho, não recomendo. E com a fome que ainda nos batia, terminamos o rango com uma pizza.
Ok. Agora vou explicar o que rolou um dia antes.

Nós havíamos separado o final da viagem para ir pras paradisíacas ilhas Gili. Mas um aviso de tormenta de 5 dias e de terremoto ao final da semana nos assustou.

Com medo de ficarmos presos ou, literalmente, ilhados (nunca tinha usado essa palavra como ela é), mudamos nossos planos.
Decidimos comprar uma passagem pra qualquer outro lugar e gastar esses últimos 3 dias em outro país.

O destino escolhido foi Singapura, simplesmente porque era o voo mais barato.
Voltando à Ubud, depois do almoço tínhamos que ir para Denpasar, onde está o aeroporto de Bali.

Pedimos um carro no aplicativo Go-jec (a grande descoberta dessa viagem) e por acaso veio a Sônia outra vez a nos buscar!
O voo era até Jakarta, onde dormimos uma noite para ir no dia seguinte pra Singapura.
Ou seja, matamos o resto do dia 14 em transporte e deslocamento para seguir a viagem.

Cansativo mas com muita ansiedade de chegar amanhã!

Obs: dormimos no hotel Bale Ocasa, super simples mas que é perto e tem transfer grátis pro aeroporto.

Anúncios

Ubud tá lindo!

Dia 13
Ubud tá lindo!

Acordamos com um belíssimo dia de… Chuva! Água pacas caindo do céu, o que eu chamaria de chuva de verão, se aqui não fosse inverno.

Sorte que já tínhamos agendando ontem, quando estávamos na Monkey Forest Street, um tour de carro particular para hoje.
(Por 300 mil idr pra cada um)

Tomamos o café que eles trazem até a varanda do nosso quarto, uma delicia, com vistas para as plantações de arroz.

Saímos às 9h e a primeira parada foi no Rice Terrace. São plantações de arroz em níveis, muito bonito!

Seguimos para o templo Tirta Empul, onde rola um ritual de purificação em que as pessoas podem entrar na água e ir se molhando nas várias bicas, cada uma com um significado.

A água que enche a piscina natural vem debaixo da terra e até peixes grandes circulam pelas pessoas enquanto elas se purificam.
Lindo e muita energia no lugar!

Na saída ainda rola uma feirinha onde se pode comprar cangas, presentes, roupas e artesanato. Tem que pechinchar!!!!

Partimos pra uma plantação de café e outras especiarias, que foi um dos pontos altos da viagem porque tanto eu quanto o Shen adoramos ver essas coisas naturais. O nosso guia, o Budiana, foi excelente! Nos explicou tudo que eles plantam lá e como preparam o café Luwak (do côco do animal), o café normal e como tiram outras coisas da natureza como pimenta, canela, baunilha… Enfim, foi demais!!

Provamos uma degustação de café e de chás maravilhosa e divertida!

Compramos meia loja (preços bons e de produtos de qualidade): cafés, chás e pimenta para levar pra casa.

Fomos almoçar com uma vista maravilhosa pro vulcão Batir e pro lago. De tirar o fôlego!!
O restaurante em que fomos era bem típico e por 130 mil idr (menos de 10 euros) podíamos comer o quanto quiséssemos do buffet. Vários pratos locais deliciosos!
Enchemos a pança de comida Indonesia!
Pena que eu não sabia que me custaria uns probleminhas mais adiante…

De lá partimos para o grande templo: o Besakih. Partes dele foram construídas no século VIII e outras são do século XI.
Incrível!!!

Subimos e passamos por várias partes importantes do templo, isso porque pegamos um guia local por 50 mil idr logo na entrada.

Infelizmente eu tenho que dizer que praticamente não aproveitei o tour! Logo que desci do carro quando chegamos me deu uma vontade de botar todo o almoço pra fora, o que fiz bastante, muito, acho que nunca fiz igual…

Pelo menos eu consegui ver a magnitude do templo (e conhecer os banheiros disponíveis) e das aranhas, que são uma curiosidade à parte já que são várias e gigantescas!

Fim do tour, voltamos ao hotel.
Eu precisava relaxar!
Mais tarde saímos no meio de uma chuva bizarra para comer alguma coisinha num restaurante simples aqui perto…

Hora de dormir, mas tivemos um contratempo quando uma rã entrou no nosso quarto! O Shen tem um medinho mongol de qualquer bicho (esses europeus que cresceram sem natureza) então coube a mim tentar tirar a bichinha.
Fracassei mas consegui trancar a coitada na cozinha…
Até que passou um funcionário simpático do hotel e nos salvou (e salvou a rã) de uma madrugada medonha.

Fim das emoções por hoje! Amanhã tem mais!

Do paraíso ao paraíso: Balangan Beach e Ubud



Dia 12

passar na frente das casas e ver a população curtir o dia.
Demos sorte porque era um feriado nacional que ainda não entendi qual, mas o que importa é que nos deu a oportunidade de presenciar um abate hallal (práticas de higiene dos muçulmanos). Foi bem duro ver o boi morrer. Mas foi interessante no sentido cultural.

Antes de matar o animal, eles cantam uma reza e alguns fazem carinho para tentar acalmar o boi.
Assistimos ao processo todo e seguimos pra praia.

2 curvas pra baixo e já estávamos vendo o paraíso!

A praia de Balangan é um charme!

Por 100 mil idr dá pra alugar 2 camas e 1 guarda sol bem bonitinhos.

A água de côco estava geladíssima pela primeira vez na Indonésia!

Só tivemos que tomar cuidado pra entrar no mar porque tem muitas pedrinhas no fundo.
Surfistas, poucos banhistas e muita calmaria! O dia começou perfeito!
Hora de seguir a viagem para Ubud.
Pedimos um carro pelo aplicativo Go-jek que é tipo um uber local. Por apenas 150 mil idr fomos com a Sônia (e o bebê dela) até Ubud.
Depois de 1 hora e meia chegamos ao nosso hotel: Ujung Guesthouse. À primeira vista eu pensei que tinha sido enrolada pelas fotos no booking. Mas logo vi a casinha no meio da plantação de arroz. Quando entramos no quarto nos apaixonamos! Simples, tudo novo, com cara de lua de mel!

O que a gente precisava!
Alugamos uma moto no hotel mesmo por 60 mil idr e fomos pra Monkey Forest Street dar uma volta e comer.
O caminho estava todo decorado e passamos por vários grupos de meninos tocando instrumento e usando uma fantasia de animal por conta do feriado (que eu ainda não descobri qual é).
Queríamos ir na própria Monkey Forest mas fechava às 18h e eram 18h06.
Aproveitei pra depilar por apenas 175 mil idr (o que dá uns 12 euros – em Barcelona é uns 22 euros).
Comemos no restaurante italiano Mamma Mia (nada demais) e voltamos pro hotel.

ubud artesanato indonesia mascaras cultura hindu asia
artes de Ubud: Monkey Forest

balangan beach indonesia bali denpasar paradise praia playa asia island indic
Balangan Beach