Jogja 

​Dia 4/09: saída para Yogyakarta 

Acordamos cedinho e tomamos o café da manhã do hotel. As opções eram: arroz frito, noodlle ou pão. Fomos os dois de arroz. O meu namorado adorou. Eu não terminei de comer porque era frito e meu estômago é meio de lua.

Tomei um genérico de toddynho que vende no minimercado que é logo em frente ao hotel.
Saímos pro aeroporto e dessa vez, ao invés de fechar preço antes, fomos pelo taxímetro. Deu em torno de 60 mil rúpias indonésias.

Beeeem mais barato mas também era bem mais rápido do que o trajeto de ida.
O terminal 2 do aeroporto é pequeno mas bem simpático. Fizemos check-in pra livrar as costas do mochilão e fomos dar uma volta.
O Shen e eu adoramos provar comidas diferentes. Vimos uma vitrine cheia de pãezinhos diferentes, embalados com os personagens da looney tunes e ficamos que nem criança! Por 50 mil idr compramos nada menos que 20 pãezinhos!! Cada um tem um sabor e a massa lembra muito o nosso pão de leite. Delicinha!
Uma parada no starbucks pra matar o desejo do viciadinho e logo hora do embarque. “Double shot expresso shaken”, ele pediu pra especificar porque esse café não tem na Europa! 😜

 

 O nosso hotel de Yogyakarta, o Puri Pangeran, faz pick-up service dos hóspedes. Então a gente nem se preocupou com sair do aeroporto.

As emoções já começaram com o trânsito insano e motos que fazem lotação mais profissional que van da linha Taquar-Fundão (cortando a zona sul). 
Depois de deixar as malas no quarto, saímos para dar uma volta e ir ao Sultan Palace e ao Water Castle, mas era começo da tarde e os dois lugares já estavam fechados. 
Ficamos um pouco sem rumo, mas os nossos amigos locais não nos deixaram sem programa. Primeiro, um que falava espanhol nos viu e levou a um ateliê de marionetes de couro. Preocupado com nosso entretenimento, ele foi os 15 minutos de caminhada cantando flamenco. O Shen sem graça me olhou e eu logo me livrei falando que sou brasileira. Tadinho. Ele era fofo. 

O passeio era grátis mas acabamos comprando uma marionete pra decorar nossa casita! Negociamos o preço e acho até que dava pra choramingar mais. 
De lá, um outro senhor nos levou à cafeteria Heiho Loewak que serve café cuja fermentação começa no cocô do marsupial. O bicho tava lá estirado numa espécie de gaiola aberta de onde saía um aroma de amônia muito presente nos carnavais brasileiros. 

Provamos 3 cafés diferentes – torrado, suave de Bali e com especiarias – por 8 euros (preço para nós dois) e ouvimos a explicação de como o processo é feito. A equipe toda foi muito simpática! 

Não sei o que tinha naqueles cafés mas eu amei (normalmente não curto e nem bebo) e o Shen que adora saiu de lá dizendo que tava bêbado.

Como dizia a minha avó: nada. Ela não dizia nada. Mas coloque aqui a sua frase a respeito de overdoses de café.

Pra recuperar, uma água de côco verde no caminho por apenas 1 euro! Delícia!! 
De lá fomos ver qual era a da rua JL Malioboro. As lojas são bem similares e as barracas vendem várias comidas de rua tradicionais. Não tem muito turista, então não se surpreenda se receber alguns olhares. 
O Shen comprou uma camisa bem típica e eu fiquei só olhando os modelos superfechados das roupas femininas. Carioca não sabe anda coberta. Clichê.
Voltamos ao hotel pra programar o dia seguinte e relaxar antes de jantar.
Por sorte não saímos tarde porque os restaurantes fecham mais cedo do que no Brasil e na Espanha.
Fomos ao Mediterranea, que fica numa rua cheia de lugar interessante. Estava tudo delicioso e barato. Pedimos carpaccio, salada e pizza e saímos de lá lotados!

Agora é dormir porque amanhã tem muito chão pra pisar!!

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Chegando à Indonésia 

Dias 2 e 3/09: saída de Barcelona e chegada a Jakarta – 
Parte 1:

Saímos quase à meia noite num voo da Qatar airways. 

Em poucas horas já estávamos em Doha, que impressiona logo na chegada. O aeroporto é bem bonito e a arquitetura chama a atenção. 

Nada muito barato, mas como era só tínhamos uma hora à toa, foi bem tranquilo. 
Uma coisa que destoava do ambiente era… Eu! Fui olhada um monte de vezes e me senti um pedaço de frango de padaria.

Explico: as grandíssima maioria mulheres circulando por ali são muçulmanas e usam véus e principalmente burkas.

Sendo assim, a minha legging preta e camisetinha preta de alça estavam quase um atentado ao pudor. 

Ninguém faltou ao respeito nem falou nada comigo… 

Mas uma boa dica pra próxima é pensar na roupa! 
Parte 2:

Saímos de Doha e embarcamos para Jakarta. Durou em torno de 9 horas e foi bem tranquilo. Outra vez voamos de Qatar airways, chegando a Jakarta depois das 22h.
Assim que aterrissamos, fomos em busca de chip de internet que custava 150 mil cada, por 4 gb. 
O nosso hotel era o Swift Inn, a 3km do aeroporto, numa área chamada Aeropolis. O único meio de chegar lá era de taxi. O valor foi fechado antes e pagamos 150 mil rúpias indonésias (tudo aqui custa esse valor?).
O hotel era bem normalzinho e tranquilo para dormir uma noite. Cheio de mochileiros na mesma situação que a gente.

Não tem conforto. Mas a equipe foi solícita e educada, o wifi funcionou muito bem e a ducha era boa.

Enfim, era de noite e só o que a gente precisava era de um canto para dormir, tomar banho e relaxar. Nisso, não temos do que reclamar.